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segunda-feira, 1 de abril de 2013

"O CASO ROSWELL" Um mistério ou um golpe de mestre?


Fato ou não, a pequena cidade de Roswell no Novo México (EUA), foi palco da maior acontecimento sobrenatural, no ano de 1947, um balão meteorológico caiu nas imediações do município.  Até ai, um acidente comum. Porém,  isso fez mobilizar diversas tropas do exército no lugar da queda. Suspeito? Em outro momento, levantou a suspeita de que podia ser um satélite de espionagem do projeto Mogul que tenha caído. Motivo de grande agitação militar.
Mas não foi! Porque antes, alguns habitantes da cidade foram testemunha da queda do objeto, e tiveram a total certeza que: "_Aquilo era um disco voador!"
Veio assim, milhares de especulações, teorias conspiratórias, provas sem nexos e de quebra, um filminho de quinta categoria mostrando uma autopsia de um alienígena...
Afinal, O que realmente caiu naquela cidade?

Teoria ou não... Alguém deveria ter feito o teste
do bafômetro!
Em 5 de julho de 1947, perto de Roswell, no estado americano do Novo México, um capataz chamado William Brazel viu no campo do Rancho Foster, onde trabalhava, destroços de algo que ele não conseguiu identificar. Recordou-se que no dia anterior, feriado da independência americana, ouvira um estrondo diferente de fogos de artifício e trovoadas. Então, lembrou-se do noticiário dos últimos dias: o piloto Kenneth Arnold falava em misteriosos objetos voadores que avistara no noroeste dos Estados Unidos. Aconselhado por vizinhos e pelo xerife, Brazel relatou o episódio à base aérea de Roswell. Começava assim o que se tornaria o incidente mais famoso e controverso da ufologia, ainda hoje recheio de reportagens, livros, documentários, filmes e seriados de TV.
Naquela ocasião, o major Jessie Marcel, oficial da inteligência do 509o Grupo de Bombardeiros, foi ao rancho para recolher os destroços e preparar seu transporte para a Base de Carswell, em Fort Worth, no Texas. A ordem era não deixar vestígios do acidente e barrar os civis que se aproximassem. A população ainda estava excitada com a história de Arnold, ocorrida no dia 24 de junho. Embora o piloto tivesse descrito os objetos não-identificados como meias-luas que se moviam em círculos, a imprensa chamara os óvnis de discos voadores. Assim, o termo entraria de vez no vocabulário americano como sinônimo de espaçonave alienígena.
Para completar a euforia, o Roswell Daily Record de 8 de julho de 1947 dava em manchete: “Força Aérea americana captura disco voador num rancho na região de Roswell”. A notícia surgira de uma nota divulgada pelos militares e redigida pelo tenente Walter Haut. Seus superiores, no entanto, se apressaram em dizer que Haut havia cometido um erro porque não sabia o que estava acontecendo. No mesmo dia, a base de Fort Worth recebia o material para análise. A explicação oficial veio rapidamente: o óvni seria um balão meteorológico com radar de alumínio e madeira. A Força Aérea mandou dar um fim no primeiro texto, chamou a imprensa para fotos e distribuiu um novo texto, mandando as especulações para o espaço. Em poucos dias, o caso sumiu do noticiário.
O que o Sr. acha?
Tem cara de sucata...
Tem jeito de sucata...
E esta escrito: Made in Taiwan???
O destino de Roswell começou a mudar três décadas depois, em 1978, quando Stanton Friedman, um físico nuclear que ganhava a vida dando palestras sobre óvnis, resolveu remexer no passado. Ele ouvira falar de Jesse Marcel e o localizou, mas como o ex-major não se lembrava da data do episódio, deixou a história de lado. Em 1979, o interesse de Friedman voltou depois que a testemunha lhe afirmou que os militares estavam acobertando a visita de um disco voador. Marcel contou que, antes de levar os restos do desastre para seus superiores, passara em casa para dar à família a chance de ver de perto um artefato extraterrestre. Afirmou também que o material levado por ele ao Texas não era o fotografado na sala do general Roger Ramey. Barras de metal resistente e folhas de algo parecido com alumínio teriam sido trocadas por pedaços de um balão meteorológico enquanto ele apontava o local do acidente na sala dos mapas. Pior: tinha sido obrigado a posar segurando os restos do balão. O ex-major disse que os pedaços recolhidos eram parte de um quebra-cabeça que o governo queria esconder. Ele defendia a tese de que se tratava de um disco voador.


No livro "UFO Crash at Roswell", de Kevin Randle e Donald Schmitt, o agente funerário Glenn Dennis conta que, em 7 de julho de 1947, alguém da base aérea ligou em busca de informações sobre caixões, lacres e conservação de corpos. Dennis teria ido ao hospital e uma enfermeira, sua amiga, pediu para ele ir embora. Mais tarde, ela narrou detalhes de uma autópsia de ETs, o que teria resultado na sua transferência para a Inglaterra.
Os lixeiros devem ter faturado alto naquele ano...
Nos anos 80, o tenente Walter Haut (o redator do primeiro comunicado da Força Aérea) virou figurinha carimbada em encontros de caçadores de marcianos com suas “novas provas”. Segundo ele, o coronel William Blanchard ditara cada linha da nota que seria distribuída à imprensa – inclusive o termo disco voador. “Ele me parecia seguro do que estava falando”, disse Haut na ocasião. Em 1990, recordou-se de uma reunião uma semana após o incidente. “Bem, nós demos um tiro no pé com aquela bobagem de balão. Era algum projeto de Alamogordo, e homens deles estiveram na nossa base mais tarde. De qualquer maneira, está feito”, teria dito Blanchard, nas palavras de Haut. No ano seguinte, ele inauguraria o Museu Internacional Ufológico de Roswell, junto com Dennis.
É um boneco? Ou era um ET?
Fica aquela duvida cruel!
Em 1994, a Força Aérea americana divulgou um relatório em que admitia ter escondido algo em 1947. O que teria caído no Rancho Foster foi um balão do ultra-secreto Projeto Mogul, criado em Alamogordo para monitorar o programa soviético de armas nucleares. De tão secreto, estava classificado como A-1, a exemplo do Projeto Manhattan, que montou a primeira bomba atômica. Segundo os militares, os destroços recolhidos à base de Roswell eram do vôo número 4, lançado em 4 de junho de 1947. Outro relatório, divulgado às vésperas de o incidente completar 50 anos, explicaria quem eram os tais aliens. Os desastrados tripulantes do Novo México seriam bonecos de testes levados por balões de pesquisa que caíram fora dos limites das bases. Vestiam roupa de alumínio que protegia sensores das baixas temperaturas em grandes altitudes.
Seja qual for a verdade, o fato é que algo parece ter caído nas proximidades de Roswell naqueles tempos de Guerra Fria. Mas, quase 60 anos depois, não apareceu ainda uma prova definitiva do que ocorreu. Tanto que o Museu Internacional Ufológico de Roswell oferece 1 milhão de dólares a quem levar até lá sobras do que estaria guardado nos porões do governo americano. Cá entre nós, um prêmio tentador até para os mais céticos.



Chase Brandon e a reportagem no
“Roswell Daily Record.” Liquidação
na loja do Bill e também um objeto voador
não identificado caiu!

Chase Brandon, O agente que sabia demais:

O incidente de Roswell é provavelmente o mais mediático dos casos ligados ao mundo dos objetos voadores não identificados (OVNI). A queda de um aparelho vindo do espaço no dia 7 de julho de 1947 fez manchete no “Roswell Daily Record”. A forca aérea dos EUA diria depois que os destroços encontrados eram de um dos balões meteorológicos que perdeu sua trajetória e veio cair na zona rural de Roswell. Mas a explicação não matou como dúvidas da população. Agora, um ex-agente da CIA diz que foi mesmo um disco voador que caiu perto da cidade do novo méxico.
Em declarações ao “The Huffington Post”, Chase Brandon, que passou 35 anos ao serviço da agência de inteligência norte-americana, que garantiu Roswell é mesmo um caso de mundo outro. _Não era o restos de um balão de rastreamento de informações ultra-secretas do Projeto Mogul, . Disse taxativamente Brandon, apontando: _Era o que foi quando foi dito noticiado pela primeira vez. “era uma nave, que claramente, não era deste planeta. Afirmo e não duvido por um segundo sequer que o uso das palavras "restos" e "cadáveres" de que eram exatamente aquilo como algumas pessoas estavam falando”. Frisou, referindo-se aos relatos que deram conta no fato que haviam sido recuperados corpos de seres alienígenas.
Apesar de um longo currículo em operações clandestinas de contra terrorismo, o ex-agente da CIA disse assim ter contato com este caso nos últimos dez anos, quando trabalhou na sede da agência, em Langley e teve acesso a documentos sensíveis.
Explicando ao jornal “The Huffington Post” tudo que aconteceu quando se encontrava em uma averiguação de rotina em uma zona lacrada do edifício, ele se deparou com algumas caixas de arquivo morto. _Estavam lá umas caixas que me chamou muita atenção. Tinha no rótulo a palavra escrita: Roswell._tirei uma caixa, abri uma tampa, verifiquei espantado e pus uma caixa de novo na prateleira e exclamei: Meu Deus! realmente aconteceu!_ Contou sem entrar em pormenores, explicou apenas que no interior da caixa estavam alguns documentos escritos e algumas fotografias. _E tudo isto é o que direi a quem quer que seja sobre o conteúdo da caixa._ Frisou parágrafo depois deixar escapar que o que viu foi “Uma validação” do que acreditava e sabia que muita gente esperava sobre o que  realmente aconteceu em Roswell.


Fonte: 
Revista Super Interessante: "Todos os discos levam a Roswell" por Aline Rochedo http://super.abril.com.br/tecnologia/todos-discos-levam-roswell-445870.shtml 06/05
http://www.tvi24.iol.pt/acredite-se-quiser/roswell-ovni-extraterrestres-tvi24-cia/1360715-4088.html
Imagens:
teoriaalien.blogspot.com
candidblogger.blogspot.com
www.ufocasebook.com
www.segredos.org
www.theunexplainedtruth.com

domingo, 24 de março de 2013

Chocolate... Chocolate... Eu só quero chocolate!

Ovo de páscoa nasce em árvore?
Não! Mas espere amadurecer!
O cacaueiro, de nome científico Theobroma cacao, é uma planta nativa de uma região que vai do México, passando pela América Central até a região tropical da América do Sul, que vem sendo cultivada por pelo menos três mil anos na região. Os primeiros registros de seu uso datam do período Olmeca. No entanto, existem evidências que indicam cultivo anterior a esse período. Desde sua domesticação o cacau é usado como bebida e, depois, como ingrediente para alimentos. Durante a civilização maia era cultivado e, a partir de suas sementes era feita uma bebida amarga chamada xocoatl, geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço além de ser afrodisíado.

Alguns dos vestígios mais antigos de uma plantação de cacau foi datado de 1100 a 1400 a.C., tendo sido encontrado em Puerto Escondido, localidade do Departamento de Cortés, em Honduras. Pelo tipo de recipiente encontrado e pela análise de seu conteúdo, concluiu-se que produzia-se uma bebida alcoólica pela fermentação dos açúcares contidos na polpa que envolve os grãos, bebida essa que continua a ser feita até hoje em partes da América Latina. Resíduos de chocolate encontrados numa peça de cerâmica maia de Río Azul, na Guatemala, sugerem que já era utilizado como bebida por volta do ano 400 d.C. Documentos maias e astecas relatam que o chocolate era usado tanto para fins cerimoniais como no cotidiano, sendo, no entanto, consumido apenas pela elite.

Os nativos sabiam! É
bom demais!!!

Por suas reconhecidas propriedades e sua difusão regional, o cacau ganhou grande importância econômica na Mesoamérica na era pré-colombiana. Os Maias usavam os grãos como moeda. Dez favas valiam um coelho e por 100 favas de primeira qualidade adquiria-se um escravo. Durante o Império asteca (1325 a 1521 dC) sementes de cacau eram uma forma importante de divisas e meio de pagamento de tributos. Um dos principais objetivos da expansão imperial dos Astecas na direção sudeste, durante o século XV, havia sido o de controlar as regiões produtoras de cacau no Istmo de Tehuantepec e no litoral sul da Guatemala. Diz um cronista quinhentista que os armazéns de Montezuma II, em Tenochtitlan, continham mais de 40.000 cargas de amêndoas de cacau, algo estimado em torno de 1.200 toneladas. Grande parte desse tesouro destinava-se a pagar o soldo dos guerreiros e também alimentá-los: Bernal Diaz, o soldado de Cortés e narrador da conquista, informou que somente a guarda do palácio consumia diariamente mais de 2.000 taças da bebida. Seu uso como meio de pagamento continuou até o século XX, pois em algumas partes da América Central, o cacau ainda era usado como dinheiro.

O famoso botânico sueco Lineu, que viveu há cerca de 250 anos, devotou toda a sua vida ao mundo das plantas. Ele introduziu a ordem sistemática de classificar as plantas da terra (as conhecidas naquela época). Em 1729 ele escreveu o primeiro dos seus 180 livros sobre as plantas. No ano seguinte começou suas palestras sobre as maravilhas das plantas e flores, e deu-lhe nomes latinos. Estas denominações permaneceram como nomes científicos para as diversas espécies de árvores e outras plantas.

Quando foi nomear a árvore do cacau que nos dá os grãos com o qual é feito o chocolate, Lineu chamou-a de "Theo-broma" – que em latim significa "Alimento Divino". Parece que Lineu foi inspirado pelas palavras do Tehilim – o Livro dos Salmos – que descrevem o maná com o qual D'us alimentou os Filhos de Israel quando eles vagaram 40 anos no deserto, até chegarem à Terra de Israel.
Depois do jantar...
Vem um licor de chocolate!
"O Todo Poderoso ordenou as nuvens do Alto e abriu os Portões do Céu. Enviou maná para eles comerem… o alimento dos anjos o povo comeu" (Tehilim 78:23-25).
Segundo cientistas, o lar original do cacau ficava nas florestas da região do Amazonas no Brasil, ou na região do Orinoco, na Venezuela. Ambos são rios famosos na América do Sul. Colombo, que descobriu a América, teve a oportunidade, durante sua 4ª viagem à América, de conhecer os grãos de cacau, mas não lhes deu atenção.
O crédito por descobrir o cacaueiro para o mundo europeu cabe a outro viajante espanhol, o conquistador do México – Hernando Cortez. Ele chegou ao México em 1519, supostamente com intenções pacíficas de desenvolver o comércio, e foi recebido com honras pelo Imperador Montezuma dos astecas (os índios locais). O Imperador era grande apreciador de uma bebida especial, que ele bebia em copos de ouro, sempre novos. A cada vez que esvaziava um copo, ele o jogava fora, para mostrar que valorizava mais a bebida que o ouro.
O Imperador ofereceu esta bebida ao visitante espanhol, que mais tarde relatou que tinha um sabor forte, agridoce, que ele apreciou muito.

Hernando Cortez mais tarde aprisionou o Imperador e, gradualmente, conquistou o México para o Rei da Espanha. Quando voltou à Espanha em 1528, Cortez levou grãos de cacau para o Rei, apresentando-o no maravilhoso chocolate líquido.
Cortez, que amava o dinheiro mais que a qualquer outra coisa, ficou muito impressionado pelo fato de os grãos de cacau serem usados como dinheiro pelos astecas. Um escravo podia ser comprado por cem grãos de cacau. Vendo que este "dinheiro" literalmente crescia em árvores, ele decidiu plantar esta árvore de dinheiro em diversas ilhas tropicais que tinha capturado: Trinidad e Haiti na América Central, e a ilha Fernando-Po, na costa da África Ocidental. O cacau foi transplantado dessa ilha para o continente africano – em quatro países (Costa do marfim, Gana, Nigéria e Camarões) que atualmente, são os líderes no comércio mundial do cacau.
A Espanha foi o primeiro país na Europa onde o chocolate quente tornou-se uma bebida favorita – primeiro nos círculos aristocratas, depois de forma geral.
Durante cerca de 100 anos a Espanha teve o monopólio do comércio de grãos de cacau, graças às plantações de Cortez.

DILIÇA!!!
Nesse meio tempo, porém, esta deliciosa bebida tinha começado a ficar conhecida em outros países da Europa Ocidental. Eles começaram a plantar cacaueiros em suas próprias colônias tropicais onde o clima era favorável.
Os ingleses tinham suas plantações nas Índias Ocidentais, após terem capturados algumas dessas ilhas dos espanhóis, como Trinidad, Jamaica, etc.
Em 1700 as "Casas de Chocolate" começaram a competir com as "Casas de Café" em Londres. Uma xícara de chocolate quente não era mais um luxo somente para os ricos. A revolução Industrial e a invenção de diversas máquinas tornaram possível a produção em massa, além de tornar os produtos mais baratos, e o mesmo aconteceu com a indústria do chocolate.
A produção de chocolate foi então levada da Inglaterra para o "Novo Mundo" onde em 1765, foi fundada a primeira fábrica de chocolate em Massachusets, então colônia inglesa, que ainda hoje é chamada de Nova Inglaterra. Desde então, o chocolate quente se tornou uma bebida preferida também na América do Norte.
Os holandeses plantaram cacau nas suas colônias no Extremo Oriente, nas ilhas das Índias Orientais (atual Indonésia). Com o tempo, Amsterdã se tornou o centro de importação de cacau na Europa. Atualmente, cerca de 15% da produção mundial de cacau passa por Amsterdã. A metade é para a sua própria fabricação de chocolate, e o restante vai para os outros países da Europa.

Chega de lenga, lenga! Eu vou
me lambuzar nessa!
Em 1828, um fabricante holandês de chocolate, Conrad van Houtten, descobriu um método de extrair a gordura dos grãos de cacau moídos, e transformá-la em manteiga de cacau. Então ele pressionou o líquido até que pedaços duros de cacau permaneciam inteiros. Isso ele moeu e transformou num pó, que se dissolvia facilmente na água quente, criando uma bebida boa, suave e saborosa, que podia ser tornada mais doce com a adição de açúcar. No entanto, comer chocolate em pedaços só se tornou popular 20 anos depois em 1847, quando uma firma inglesa, Fry and Sons (que mais tarde se associou à famosa Cadbury) começou a produzir chocolate doce em barras para comer (e não apenas chocolate em pó para beber), misturando o cacau moído com manteiga de cacau e açúcar.
Em 1875, um fabricante suíço de chocolate criou uma barra de chocolate ao leite, usando leite fresco. Desde então numerosas fábricas de chocolate em diferentes países desenvolveram diversos tipos de chocolate – doce, meio-doce, amargo, com leite ou sem leite, com ou sem nozes, licor e sem licor, e inumeráveis tipos de chocolates para satisfazer a todos os paladares.
Numerosos chocolates casher também são fabricados – chocolate milchik (ao leite) "Chalav Yisrael" e parve, para que crianças e adultos judeus possam apreciar um pedaço de chocolate de vez em quando, não esquecendo de fazer uma berachá (bênção), agradecendo a Hashem "por cuja palavra tudo veio a existir". E certamente, a bênção – que é "alimento" para a alma – é recitada com a mesma doçura e alegria que a pessoa sente ao apreciar o maravilhoso sabor do chocolate – que afinal, é somente alimento para o corpo.

Fonte: www.chabad.org.br

domingo, 17 de março de 2013

Avemos Papa! De Pedro à Francisco desde 32 dC.


Deu "Chico" na cabeça!
Nesse último dia 13 de março de 2013, foi empossado o novo Sumo Sacerdote da Igreja Católica Romana,   um argentino! (para a alegria do Maradona...). Francisco I é o Papa número 265. Sim! Já foram 264 Papas na História Mundial e muitas historinhas já rolaram durante os pontífices desses "poderosos homens da fé". 
Casos de martírio, exílios, perseguições, guerras, tratados obscuros, intolerâncias religiosas, etc. Se a Vossa Santidade, São Francisco I teve (ou não) simpatia com a ditadura militar de seu país, e o seu antecessor Bento XVI era ligado na Juventude Hitlerista. Outros papas já fizeram coisas absurdas. Leia a lista e entenda o porquê:


  1. São Pedro - Betsaida, papa de 32 a 67 -(Simão, filho de Jonas); Galiléia; Eleito por Jesus na terceira década do calendário cristão,  permaneceu cerca de 37 anos no pontificado (o mais longo da história). Morreu crucificado no ano de 67.  Muitos historiadores firmam seu pontificado de 42 a 67, mas na realidade este período retrata apenas  o tempo em que permaneceu estabelecido em Roma. 
    " Tu és Pedro, e sobre esta pedra
    edificarei a  minha Igreja" Assim
    disse Jesus ao entregar a chave
    do carro... (ops!) digo Igreja!
  2. São Lino - Túscia, papa de 67 a 76 - A partir de Pedro, a carreira de Sumo Pontífice era uma profissão de risco total, a perseguição dos Romanos contra os Cristão sempre terminava com a condenação dos papas à morte. Foi assim com São Lino e os 28 papas que sucediam, possivelmente, 4 papas não chegaram a ser martirizados. Só com conversão do Imperador Constantino no papado de São Melquíades a perseguição foi abolida.
  3. Santo Anacleto - Roma, papa de 76 a 88 
  4. São Clemente I - Roma, papa de 88 a 97 
  5. Santo Evaristo - Grécia, papa de 97 a 105 
  6. Santo Alexandre I - Roma, papa de 105 a 115 
  7. São Sisto I - Roma, papa de 115 a 125 
  8. São Telésforo - Grécia, papa de 125 a 136 
  9. Santo Higino - Grécia, papa de 136 a 140 
  10. São Pio I - Aquiléia, papa de 140 a 155 
  11. Santo Aniceto - Síria, papa de 155 a 166 
  12. São Sotero - Campânia, papa de 166 a 175 
  13. Santo Eleutério - Epiro, papa de 175 a 189 
  14. São Vitor I - África, papa de 189 a 199 
  15. São Zeferino - Roma, papa de 199 a 217 
  16. São Calisto I - Roma, papa de 217 a 222 
  17. Santo Urbano I - Roma, papa de 222 a 230 
  18. São Ponciano - Roma, papa de 230 a 235 
  19. Santo Antero - Grécia, papa de 235 a 236 
  20. São Fabiano - Roma, papa de 236 a 250 
  21. São Cornélio - Roma, papa de 251 a 253 
  22. São Lúcio I - Roma, papa de 253 a 254 
  23. Santo Estevão I - Roma, papa de 254 a 257 
  24. São Sisto II - Grécia, papa de 257 a 258 
  25. São Dionísio - papa de 259 a 268 
  26. São Félix I - Roma, papa de 269 a 274 
  27. Santo Eutiquiano - Luni, papa de 275 a 283 
  28. São Caio - Dalmácia, papa de 283 a 296 
  29. São Marcelino - Roma, papa de 296 a 304 
  30. São Marcelo I - Roma, papa de 308 a 309 - só foi eleito quatro anos após a morte de São Marcelino, devido às terríveis perseguições que os cristãos sofreram pelas mãos do imperador  Diocleciano. Acabou sendo exilado pelo  imperador Maxêncio, e sofreu diversas humilhações e castigos. Morreu exilado, numa igreja que foi fechada e transformada num estábulo, onde trabalhava como escravo.
  31. Santo Eusébio - Grécia, papa de 309 a 309 
  32. São Melquíades - África, papa de 311 a 314 - Conversão do Imperador Constantino ao catolicismo. Tempos de paz para a Igreja pelo fim das perseguições aos cristãos.
  33. São Silvestre I - Roma, papa de 314 a 335 - O imperador Constantino decreta o fim da crucificação, da perseguição aos cristãos e  pessoalmente, contribui para a construção de Igrejas.  O Papa manda erigir a imagem de Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos, em gratidão à Maria Santíssima pelo fim da perseguição contra a Igreja. Condenação das heresias donatista e ariana pelos concílios de Arles e Nicéia.  É construída a Basílica Vaticana sobre o túmulo de São Pedro, com auxílio do imperador Constantino. (Esta deu lugar a atual Basílica de São Pedro).
  34. São Marcos - Roma, papa de 336 a 336 
  35. São Júlio I - Roma, papa de 337 a 352 
  36. Libério - Roma, papa de 352 a 366 
  37. São Dâmaso I - Espanha, papa de 366 a 384 -  Condenação das heresias de Macedônio e Apolináris pelo Concílio de Constantinopla
  38. São Sirício - Roma, papa de 384 a 399 
  39. Santo Anastácio I - Roma, papa de 399 a 401 
  40. Santo Inocêncio I - Albano, papa de 401 a 417 
  41. São Zósimo - Grécia, papa de 417 a 418 
  42. São Bonifácio I - Roma, papa de 418 a 422 
  43. São Celestino I - Campânia, papa de 422 a 432 - Convocou o Concílio de Éfeso, que instituiu a segunda parte da Ave-Maria, ou seja "Santa Maria Mãe de Deus".
  44. São Sisto III - Roma, papa de 432 a 440 
  45.  São Leão Magno Túscia 440 461 - Negociou com Atila, Rei dos Hunos, ao qual ofereceu uma enorme riqueza para abster-se do ataque a Roma.
  46. Santo Hilário - Sardenha, papa de 461 a 468 
  47. São Simplício - Tivoli, papa em 468 - 
  48. São Félix III (II) - Roma, papa de 483 a 492
  49. São Galásio I - África, papa de 492 a 496 
  50. Anastácio II - Roma, papa de 496 a 498 
  51. São Símaco - Sardenha, papa de 498 a 514 
  52. São Hormisdas - Frosinone, papa de 514 a 523 
  53. São João I - Túscia, papa de 523 a 526 
  54. São Félix IV (III) - Sâmnio, papa de 526 a 530 
  55. Bonifácio II - Roma, papa de 530 a 532 
  56. João II - Roma, papa de 533 a 535 
  57. Santo Agapito I - Roma, papa de 535 a 536 
  58. São Silvério - Campânia, papa de 536 a 537 
  59. Vigílio - Roma, papa de 537 a 555 
  60. Pelágio I - Roma, papa de 556 a 561 
  61. João III - Roma, papa de 561 a 574 
  62. Bento I - Roma, papa de 575 a 579 
  63. Pelágio II - Roma, papa de 579 a 590 
  64. São Gregório I - Roma, papa de 590 a 604 
  65. Sabiniano - Túscia, papa de 604 a 607 
  66. Bonifácio III - Roma, papa de 607 a 608 
  67. São Bonifácio IV - Marsi, papa de 608 a 615 
  68. São Adeodato I - Roma, papa de 615 a 618 
  69. Bonifácio V - Nápoles, papa de 619 a 625 
  70. Honório I - Campânia, papa de 625 a 638 
  71. Severino - Roma, papa de 640 a 640 
  72. João IV - Dalmácia, papa de 640 a 642 
  73. Teodoro I - Grécia, papa de 642 a 649 
  74. São Martinho I - Todi, papa de 649 a 655 
  75. Santo Eugênio I - Roma, papa de 654 a 657 - Substituiu o Papa São Martinho I, quando este estava no exílio, na Criméia.
  76. São Vitaliano - Segni, papa de 657 a 672 
  77. Adeodato II - Roma, papa de 672 a 676 
  78. Dono - Roma, papa de 676 a 678 
  79. Santo Ágato - Sicília, papa de 678 a 681 
  80. São Leão II - Sicília, papa de 682 a 683 
  81. São Bento II - Roma, papa de 684 a 685 
  82. João V - Síria, papa de 685 a 686 
  83. Cônon - papa de 686 687 
  84. São Sérgio I - Síris, papa de 687 a 701 
  85. João VI - Grécia, papa de 701 a 705 
  86. João VII - Grécia, papa de 705 a 707 
  87. Sisínio - Síria, papa de 707 a 708 
  88. Constantino I - Síria, papa de 708 a 715 
  89. São Gregório II - Roma, papa de 715 a 731 
  90. São Gregório III - Síria, papa de 731 a 741 
  91. São Zacarias - Grécia, papa de 741 a 752 
  92. Estevão II - Roma, papa de 752 a 757 Estevão I Foi eleito no mês de março de 752, mas veio a  falecer três dias depois.  Apesar de não ser consagrado, seu nome consta honorificamente na relação dos Papas.  Lembrando que no pontificado de 254 a 257 houve um Papa com o mesmo nome,   Estevão só não aparece como o Papa Estevão II  porque não houve tempo de ser oficialmente consagrado ao cargo pontifício.  Por isso, seu sucessor, também adotando o  nome,  figura como Estevão II, quando na realidade é ele o terceiro Papa com o nome de Estevão.
  93. São Paulo I - Roma, papa de 757 a 767 
  94. Estevão III - Roma, papa de 768 a 772 
  95. Adriano I - Roma, papa de 772 a 795 
  96. São Leão III - Roma, papa de 795 a 816 
  97. Estevão IV - Sicília, papa de 816 a 817 
  98. São Pascoal I - Roma, papa de 817 a 824 
  99. Eugênio II - Roma, papa de 824 a 827 
  100. Valentim I - Roma, papa de 827 a 827 
  101. Gregório IV - Roma, papa de 827 a 844 
  102. Sério II - Roma, papa de 844 a 847 
  103. São Leão IV - Roma, papa de 847 a 855 
  104. Bento III - Roma, papa de 855 a 858 
  105. São Nicolau I - Roma, papa de 858 a 867 
  106. Adriano II - Roma, papa de 867 a 872 
  107. João VIII - Roma, papa de 872 a 882 
  108. Mariano I - Gellese, papa de 882 a 884 
  109. Santo Adriano III - Roma, papa de 884 a 885 
  110. Estevão V - Roma, papa de 885 a 891 
  111. Formoso - Pôrto, papa de 891 a 896 
  112. Bonifácio VI - Roma, papa de 896 a 896 
  113. Estêvão VI - Roma, papa de 896 a 897 
  114. Romano - Gallese, papa de 897 a 897 
  115. Teodoro II - Roma, papa de 897 a 897 
  116. João IX - Tivoli, papa de 898 a 900 
  117. Bento IV - Roma, papa de 900 a 903 
  118. Leão V - Árdea, papa de 903 a 903 
  119. Sérgio III - Roma, papa de 904 a 911 
  120. Anastácio III - Roma, papa de 911 a 913 
  121. Lando - Sabina, papa de 913 a 914 
  122. João X - Tossignano, papa de 914 a 928 
  123. Leão VI - Roma, papa de 928 a 928 
  124. Estevão VII - Roma, papa de 929 a 931 
  125. João XI - Roma, papa de 931 a 935 
  126. Leão VII - Pavia, papa de 936 a 939 
  127. Estêvão VIII - Roma, papa de 939 a 942 
  128. Marino II - Roma, papa de 942 a 946 
  129. Agapito II - Roma, papa de 946 a 955 
  130. João XII - Roma, papa de 955 a 964 
  131. Leão VIII - Roma, papa de 963 a 965 e Bento V - Roma, papa de 964 a 966 - Nesta ocasião muitos católicos  não aceitaram  a nomeação do Papa Leão VIII  ao trono pontifício (feita pelo imperador Ótão I), e elegeram Bento V. Assim, No ano de 964 a Igreja esteve sob o governo de dois Papas.
  132. João XIII - Túsculo, papa de 965 a 972 
  133. Bento VI - Roma, papa de 973 a 974 
  134. Bento VII - Roma, papa de 974 a 983 
  135. João XIV - Roma, papa de 983 a 984 
  136. João XV - Roma, papa de 985 a 996 
  137. Gregório V - Saxônia, papa de 996 a 999 
  138. Silvestre II - Alvérnia, papa de 999 a 1003 
  139. João XVII - Roma, papa de 1003 a 1004 
  140. João XVIII - Roma, papa de 1004 a 1009 
  141. Sérgio IV - Roma, papa de 1009 a 1012 
  142. Bento VIII - Túsculo, papa de 1012 a 1024 - Henrique, Imperador da Alemanha, recebeu a  coroa imperial das mãos do Papa Bento VIII. Com a morte de Henrique, a imperatriz Conegundes apresentou-se com toda a pompa  no convento de Kaufungen, que fundara,  onde numa missa solene se desfez dos ornatos que trazia, e recebeu do Bispo um hábito feito pelas próprias mãos.  Quinze anos viveu santamente como religiosa naquele convento. No ano de 1200 foi elevada aos altares.  Sua canonização foi proclamada pelo Papa Inocêncio III.
  143. João XIX - Túsculo, papa de 1024 a 1032 
  144. Bento IX - Túsuculo, papa de 1032 a 1045 
  145. Silvestre III - Roma, papa de 1045 a 1045 
  146. Bento IX (2ª vez) - papa de 1045 a 1045 
  147. Gregório VI - Roma, papa de 1045 a 1046 
  148. Clemente II - Saxônia, papa de 1046 a 1047 
  149. Bento IX (3ª vez) - papa de 1047 a 1048 
  150. Dâmaso II - Baviera, papa de 1048 a 1049 
  151. São Leão IX - Egisheim-Dagsburg, papa de 1049 a 1055 - Eleito por decisão de membros do clero e governantes. Havendo três pretendentes à tiara pontifícia, foi convocado o congresso de Worms, ao qual compareceu grande número de Bispos, Prelados, Príncipes e embaixadores, com o fim de dar um novo Papa à Cristandade, afastando assim o perigo de um cisma. Ao final do seu pontificado (1054), o patriarca Miguel Cerulário não aceitou as determinações do Papa sobre o rito latino, separando-se da Igreja Católica, o que foi seguido pela maior parte da Igreja Oriental. São Leão foi perseguido e preso pelos normandos e naquele mesmo ano, adoeceu gravemente e faleceu em Roma. 
  152. Vitor II - Dolinstein-Hirschberg, papa de 1055 a 1057 
  153. Estêvão X - Lorena, papa de 1057 a 1059 
  154. Nicolau II - Borgonha, papa de 1059 a 1061 
  155. Alexandre II - Milão, papa de 1061 a 1073 
  156. Gregório VII - Túscia, papa de 1073 a 1085 -Triunfou na luta contra a questão das investiduras e simonia, além de iniciar dura campanha para instituição do celibato clerical, fato que culminou na excomunhão de bispos e padres casados.  No pontificado do Papa Inocêncio II (1130) o celibato foi definitivamente instituído.  
  157. Vitor III - Benevento, papa de 1086 a 1087 
  158. Urbano II - França, papa de 1088 a 1099 Foi o idealizador das Cruzadas, ordenando que os reinados europeus católicos rumassem para derrubar o domínio muçulmano em Jerusalém.   
  159. Pascoal II - Ravena, papa de 1099 a 1118 
  160. Gelásio II - Gaeta, papa de 1118 a 1119 
  161. Calisto II - Borgonha, papa de 1119 a 1124 
  162. Honório II - Fagnano, papa de 1124 a 1130 
  163. Inocêncio II - Roma, papa de 1130 a 1143 - Instituiu o celibato no clero.
  164. Celestino II - Castelo, papa de 1143 a 1144 
  165. Lúcio II - Bolonha, papa de 1144 a 1145 
  166. Beato Eugênio III - Pisa, papa de 1145 a 1153 
  167. Anastácio IV - Roma, papa de 1153 a 1154 
  168. Adriano IV - Inglaterra, papa de 1154 a 1159 
  169. Alexandre III - Siena, papa de 1159 a 1181 
  170. Lúcio III - Lucca, papa de 1181 a 1185 
  171. Urbano III - Milão, papa de 1185 a 1187 
  172. Gregório VIII - Benevento, papa de 1187 a 1187 
  173. Clemente III - Roma, papa de 1187 a 1191 
  174. Celestino III - Roma, papa de 1191 a 1198 
  175. Inocêncio III - Anagni, papa de 1198 a 1216 
  176. Honório II -I Roma, papa de 1216 a 1227 
  177. Gregório IX - Anagni, papa de 1227 a 1241  Organizou  Concílio de Toulouse, por esse papa que foi oficialmente criada a Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício
  178. Celestino I -V Milão, papa de 1241 a 1241 
  179. Inocêncio IV - Gênova, papa de 1243 a 1254 Determinou o documento “Ad Exstirpanda”, autorizando a tortura nas investigações da Santa Inquisição. 
  180. Alexandre IV - Anagni, papa de 1254 a 1261 
  181. Urbano IV - Troyes, papa de 1261 a 1264 - Organizou a Cruzada na Alemanha e na Boêmia - Contemporâneo de S. Alberto  Magno - 15/11
  182. Clemente IV - França, papa de 1265 a 1268 
  183. Beato Gregório X - Placência, papa de 1271 a 1276 
  184. Beato Inocêncio V - Savóia, papa de 1276 a 1276 
  185. Adriano V - Gênova, papa de 1276 a 1276 
  186. João XXI - Portugal, papa de 1276 a 1277 
  187. Nicolau III - Roma, papa de 1277 a 1280 
  188. Matinho IV - França, papa de 1281 a 1285 
  189. Honório IV - Roma, papa de 1285 a 1287 
  190. Nicolau IV - Ascoli, papa de 1288 a 1292 - O conclave durou até 1294 
  191. São Celestino V - Isérnia, papa de 1294 a 1294 
  192. Bonifácio VIII - Anagni, papa de 1294 a 1303 
  193. Beato Bento XI - Treviso, papa de 1303 a 1304 
  194. Clemente V - França, papa de 1305 a 1314 - Cativeiro de Avignon
  195. João XXII - Cahors, papa de 1316 a 1334 
  196. Bento XII - França, papa de 1335 a 1342 
  197. Clemente VI - França, papa de 1342 a 1352 
  198. Inocêncio VI - França, papa de 1352 a 1352 
  199. Bento Urbano V- França, papa de 1362 a 1370 
  200. Gregório XI - França, papa de 1370 a 1378 - Grande cisma do Ocidente - Papas Romanos - 
  201. Urbano VI - Nápoles, papa de 1378 a 1389 -prescreveu a  festa da  apresentação de Nossa Senhora
  202. Bonifácio IX - Nápoles, papa de 1389 a 1404 
  203. Inocêncio VII - Sulmona, papa de 1404 a 1406 
  204. Gregório XII - Veneza, papa de 1406 a 1415 - Papas depois do grande cisma - O Papa Gregório XII convoca, em 1414, o Concílio de Constança.  Para pôr ordem na hierarquia da Igreja, baixa o decreto Sacrossanta,  submetendo-se à declarada supremacia do concílio sobre o Papa.  A seguir Gregório XII renuncia ao legítimo pontificado, sendo condenada a doutrina herética de Jan Huss,  destituído Bento XIII,  pondo fim definitivamente ao grande cisma. A mesmo tempo o anti-papa autoproclamado João XXIII,  que havia assumido tal condição na Alemanha, foi detido e em seguida também destituído (Não confundir com Angelo Giuseppe Roncalli, legítimo João XXIII). O próprio concílio de Constança que nasceu "conciliarista"  (detinha poderes equivalentes ao do Papa) decreta, através dos Padres sinodais, o conciliarismo como heresia. Tais fatos desenrolaram-se até novembro de 1417, quando a eleição devolveu  ao cristianismo um único e legítimo pontífice:  Odomo Colonna, que adotou o nome de Martinho V.  Segundo consta, cerca de 80 mil católicos estavam presentes e comemoraram a eleição do novo Papa.
  205. Martinho V - Roma, papa de 1417 a 1431 
  206. Eugênio IV - Veneza, papa de 1431 a 1447 
  207. Nicolau V - Sarzana, papa de 1447 a 1455 
  208. Calisto III - Valência, papa de 1455 a 1458 
  209. Pio II - Siena, papa de 1458 a 1464 
  210. Paulo II - Veneza, papa de 1464 a 1471 
  211. Sisto IV - Savona, papa de 1471 a 1484 
  212. Inocêncio VIII - Gênova, papa de 1484 a 1492 
  213. Alexandre VI - Valência, papa de 1492 a 1503 
  214. Pio III - Siena, papa de 1503 a 1503 
  215. Júlio II - Savona, papa de 1503 a 1513 - Conhecido como o Papa Guerreiro, dominou territórios como de Ferrara, Módena e Parma, transformando o Estado Pontifício em uma soberania rica. Também patrocinou as artes, foi nesse período que Michelangelo pintou o teto da Capela Sistina.
  216. Leão X - Florença, papa de 1513 a 1521 Estabeleceu a Taxa Camarae . Neste Pontificado, inicia-se o   reforma protestante.  
  217. Adriano VI - Ultrecht, papa de 1522 a 1523 
  218. Clemente VII - Florença, papa de 1523 a 1534 
  219. Paulo III - Roma, papa de 1534 a 1549 - Convoca o Concílio de Trento para conter o crescimento da reforma 
  220. Júlio III - Roma, papa de 1550 a 1555 - Término do Concilio de Trento. A "contra reforma" já deflagrada por Leão X toma impulso a partir daqui.
  221. Marcelo II - Montepulciano, papa de 1555 a 1555 
  222. Paulo IV - Nápoles, papa de 1555 a 1559 - Trinta anos antes de assumir o governo da Igreja (pontificado de Clemente VII), havia fundado a Congregação da Divina Providência junto com São Caetano de Thiene. Defendeu a Igreja na época do levante protestante, representando uma das primeiras colunas da reação católica ao movimento protestante
  223. Pio IV - Milão, papa de 1559 a 1565 
  224. São Pio V - Bosco, papa de 1566 a 1572 
  225. Gregório XIII - Bolonha, papa de 1572 a 1585 
  226. Sisto V - Grottammare, papa de 1585 a 1590 
  227. Urbano VII - Roma, papa de 1590 a 1590 
  228. Gregório XIV - Cremona, papa de 1590 a 1591 
  229. Inocêncio IX - Bolonha, papa de 1591 a 1591 
  230. Clemente VIII - Florença, papa de 1592 a 1605 
  231. Leão XI - Florença, papa de 1605 a 1605 
  232. Paulo V - Roma, papa de 1605 a 1621 
  233. Gregório XV - Bolonha, papa de 1621 a 1623 
  234. Urbano VIII - Florença, papa de 1623 a 1644 
  235. Inocêncio X - Roma, papa de 1644 a 1655 
  236. Alexandre VII - Siena, papa de 1655 a 1667 
  237. Clemente IX - Pistóia, papa de 1667 a 1669 
  238. Clemente X - Roma, papa de 1670 a 1676 
  239. Beato Inocêncio XI - Como, papa de 1676 a 1689 
  240. Alexandre VIII - Veneza, papa de 1689 a 1691 
  241. Inocêncio XII - Nápoles, papa de 1691 a 1700 
  242. Clemente XI - Urbino, papa de 1700 a 1721 
  243. Inocêncio XIII - Roma, papa de 1721 a 1724 
  244. Bento XIII - Roma, papa de 1724 a 1730 
  245. Clemente XII -Florença, papa de 1730 a 1740 
  246. Bento XIV - Bolonha, papa de 1740 a 1758 
  247. Clemente XIII - Veneza, papa de 1758 a 1769 
  248. Clemente XIV - Rimini, papa de 1769 a 1774 
  249. Pio VI - Cesana, papa de 1775 a 1799 
  250. Pio VII - Cesena, papa de 1800 a 1823 
  251. Leão XII - Fabriano, papa de 1823 a 1829 
  252. Pio VIII - Cingoli, papa de 1829 a 1830 
  253. Gregório XVI - Belluno, papa de 1831 a 1846 
  254. Pio IX - Sinigáglia, papa de 1846 a 1878 Segundo maior pontificado da história (31 anos, sete meses e meio).  O primeiro lugar pertence a São Pedro (37 anos) e o terceiro, do Papa João Paulo II (25 anos, cinco meses e um dia - em 14/03/04, quando superou Leão XIII)
  255. Leão XIII - Carpineto, papa de 1878 a 1903 
  256. São Pio X - Riese, papa de 1903 a 1914 
  257. Bento XV - Gênova, papa de 1914 a 1922 
  258. Pio XI - Milão, papa de 1922 a 1939 - Foi em seu apostolado que a Itália estava sendo comandada por Benedito Mussolini, e fez o Tratado de Latrão, a partir dele surgiu o Estado do Vaticano. Em troca, papa reconheceu o Estado italiano facista.
  259. Pio XII - Roma, papa de 1939 a 1958 - Recebeu o ingrato titulo o "Papa de Hitler", por não denunciar os crimes nazistas, entretanto, historiadores e amigos afirmam que Pio XII acolheu refugiados judeus nas dependências do Vaticano durante a perseguição anti-semita.
  260. João XXIII - Sotto II Monte, papa de 1958 a 1963 
  261. Paulo VI - Concesio, papa de 1963 a 1978 
  262. João Paulo I - Belluno, papa de 1978 a 1978 
  263. João Paulo II - Polônia, papa de 1978 a 2005 No Dia 14 de março de 2004, o Papa João Paulo II,  com 25 anos, cinco meses e um dia,  superou, em tempo, o pontificado do Papa Leão XIII,  sendo então o terceiro pontificado mais longo da história, precedido apenas por São Pedro (37 anos) e Por Pio IX (31 anos). 
  264. Bento XVI - Alemanha,  19 de abril 2005 - Renúncia: 28 de fevereiro de 2013.
  265. Francisco I - Argentina,  13 de março de 2013.
Fonte: http://www.paginaoriente.com/santos/papas.htm
Revista Superinteressante nº 239 - 05/2007. http://super.abril.com.br/home/
Texto adaptado por: Bruto Informativo da História.