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Os comandantes japoneses elaborando
as manobras para surpreender
os americanos na base de Pearl Harbor |
O Japão tinha ficado impressionado com a Operação Judgement (Batalha de Taranto) do Almirante Andrew Cunningham, onde 20 aviões Fairey Swordfish quase obsoletos lançados a partir de uma frota de porta-aviões destruiu e desativou metade da frota de combate italiana e forçou uma retirada da frota italiana da África. O Almirante Isoroku Yamamoto enviou uma delegação naval à Itália, a qual concluiu que uma versão melhorada e maior da manobra brilhante de Cunningham poderia obrigar a frota
norte americana a retirar-se para a base naval da Califórnia, dando assim um tempo estimado por Yamamoto de seis meses para o Japão controlarem as reservas de petróleo nas Índias Holandesas, com uma força defensiva em seu redor.
Adicionalmente, os estrategas japoneses poderão ter sido influenciados pelas ações do Almirante
norte americano Harry Yarnell no exercício de 1932 entre o Exército e a Marinha dos EUA, que assumia a possibilidade de uma invasão no Hawaii. Yarnell, com o papel de Comandante de uma frota atacante, navegou com os seus porta-aviões até nordeste de Oahu em mau tempo, e lançou um "ataque" de hidroaviões no domingo de 7 de Fevereiro de 1932. Os observadores do exercício notaram que os aviões de Yarnell conseguiram provocar sérios danos aos defensores, e que a sua frota conseguiu não ser detectada até 24 horas após o ataque.
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Pilotos japoneses recebendo as últimas
ordens antes do ataque |
A doutrina da Marinha americana acreditava que quaisquer forças atacantes seriam confrontadas e destruídas pela frota de couraçados americanas em Pearl Harbor e viu a estratégia de Yarnell como impraticável na realidade. Yamamoto começou a considerar tal ataque no início de 1941 como uma batalha pré-guerra, tendo sido chegado à conclusão que uma guerra com os EUA seria inevitável após a entrega do ultimato
norte americano ao governo japonês, e após pressionar o quartel-general naval conseguiu permissão para começar formalmente a planejar um ataque e iniciar o treino necessário. Os eventos no verão desse ano deram origem a uma autorização preliminar para o planejamento do ataque na Conferência Imperial e mais tarde a autorização para o ataque foi dada numa outra Conferência Imperial em inícios de Novembro.
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As aeronaves japonesas prontas para o
ataque, saindo do porta avião Shokaku |
A 26 de Novembro de 1941, uma frota incluindo seis porta-aviões, comandados pelo vice-almirante Chuichi Nagumo, deixou a baía de Hitokappu, nas Ilhas Kurilas e seguiu para Pearl Harbor sob um silêncio restrito, no qual todas comunicações via rádio entre as embarcações da própria frota e o Japão estavam proibidas. Os porta-aviões japoneses utilizados no ataque foram: Akagi, Hiryu, Kaga, Shokaku, Soryu e Zuikaku. Juntos, perfaziam um total de 441 aviões, incluindo caças Zero, bombardeiros-torpedo Nakajima Tipo 97 "Kate" e bombardeiros-de-mergulho Aichi Tipo 99 "Val". A frota japonesa e o seu grupo aéreo eram maiores que qualquer outra força de porta-aviões anterior. Acompanhavam também a frota oito reabastecedores de esquadra. Em adição, a Força Avançada Expedicionária incluía 20 submarinos e cinco mini-submarinos; esta força tinha como objetivo recolher informação e afundar quaisquer navios americano que tentassem fugir de Pearl Harbor durante o ataque aéreo.
A fragilidade dos americanos em Pearl Harbor
A posição dos navios de guerra
americano apresentava uma atrativa concentração de alvos.
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Foto tirada da base de Pearl Harbor
para reconhecimento de ataque |
As forças de inteligência e espionagem
americano, tanto civis como militares, já tinham entre si informação suficiente para antecipar o ataque japonês algumas semanas antes. As forças armadas em Pearl Harbor tinham, inclusive, recebido vários alertas no dia do ataque. Tais informações poderiam ter colocado a base num alerta máximo e ter diminuído as perdas, ou mesmo preparado a frota
norte americana para um contra-ataque aos porta-aviões japoneses.
A força de inteligência americana, através do Serviço de Inteligência do Exército e da unidade OP-20-G do Escritório de Inteligência da Marinha, tinha interceptado mensagens diplomáticas japonesas e tinham decifrado o código Púrpura, embora as mensagens não contivessem qualquer informação militar estratégica ou tática. Das máquinas com o nome de código Magic utilizadas para decifrar o código Púrpura, existiam três no Reino Unido, quatro em Washington e uma numa base nas Filipinas, não existindo nenhuma em Pearl Harbor. A distribuição da informação decifrada era confusa e insuficiente não chegando por meses a ser transmitidas as informações que mencionassem Pearl Harbor para o comandante da frota em Pearl Harbor. Contudo, avisos foram enviados para todos os comandantes das forças estado-unidenses no Pacífico, incluindo a clara mensagem de guerra nos finais de Novembro de 1941.
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| "Milhares de aviões" preparados para matar |
Os comandantes norte americanos tinham sido alertados que testes mostravam que o lançamento aéreo de torpedos em águas pouco profundas era possível, mas ninguém no Hawaii deu a devida atenção ao perigo colocado pela possibilidade. Na expectativa que Pearl Harbor teria defesas naturais contra ataques torpedo, a marinha dos EUA decidiu não montar redes contra torpedos, as quais estes viam como interferência a operações normais, sendo portanto uma prioridade baixa. No entanto, o Japão tinha já desenvolvido torpedos, que com a ajuda de barbatanas em madeira para estabilizar o torpedo de modo a este não afundar e bater no chão ao ser lançado do ar, podiam ser lançados mesmo até nas águas pouco profundas de Pearl Harbor, facilitando assim, a utilização dos mesmos contra os couraçados americanos ancorados.
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No começo, os americanos imaginavam que era
apenas manobras de treinamento... |
Devido à falta de aviões de curta e longa distância, as patrulhas de reconhecimento de longo alcance (basicamente hidroaviões da marinha e caça-bombardeiros do Corpo Aéreo do Exército) não estavam a ser efectuadas tanto quanto eram necessárias para cobertura adequada da área em redor de Pearl Harbor. Na altura do ataque, o Exército, que tinha a responsabilidade pela defesa de Pearl Harbor, estava em modo de treino em vez de alerta, estando a maioria das suas armas antiaéreas desmontada para ser transportada e a munição fechava em armarias separadas. De modo a evitar problemas com proprietários de terrenos, os oficiais não mantinham armas dispersadas ao redor da base de Pearl Harbor (por exemplo, em propriedade privada).
Parte do plano japonês do ataque incluía terminar as negociações dos últimos meses com os EUA, 30 dias antes do início do ataque. Diplomatas da embaixada do Japão em Washington, incluindo o embaixador japonês, Almirante Kichisaburo Nomura, e um representante especial Saburo Kurusu, tinham estado a conduzir negociações com o Departamento de Estado sobre as reacções dos EUA ao avanço das forças japonesas para a Indochina no Verão.
O ataque
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Aviões japoneses atacando as embarcações
americanas |
Os primeiros tiros disparados e as primeiras mortes em Pearl Harbor ocorreram quando o USS Ward atacou e afundou um mini-submarino japonês às 6h37min (hora local). Existiam cinco mini-submarinos classe Ko-hyoteki, com o objectivo de entrar no porto e destruir os navios dos EUA utilizando torpedos. Nenhum dos submarinos conseguiu voltar a salvo e apenas quatro dos cinco foram encontrados desde o ataque. Dos dez marinheiros a bordo dos cinco submarinos, nove morreram e o único sobrevivente, Kazuo Sakamaki, foi capturado, tornando-se o primeiro prisioneiro de guerra capturado pelos americanos na Segunda Guerra Mundial.
Fotografias recentes analisadas pelo Instituto Naval dos Estados Unidos indicaram que um mini-submarino conseguiu entrar no porto e disparar um torpedo com sucesso contra o USS West Virginia. A posição final deste mini-submarino é desconhecida.
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| Navios americanos em chamas |
Na manhã do ataque, um novo radar instalado apenas uns dias antes do ataque indicou a presença dos aviões japoneses, mas o aviso foi confundido com a chegada prevista de um grupo de aviões dos EUA. Alguns aviões estado-unidenses foram abatidos à medida que a força de ataque se aproximava. Mas todos os avisos encontravam-se à espera de confirmação quando o ataque começou.
O ataque começou às 7h53min (hora local) de 7 de dezembro, que no horário de Tóquio correspondia às 3h23min de 8 de dezembro. Os aviões japoneses atacaram em duas vagas, nas quais 353 aviões chegaram a Oahu. A primeira vaga foi liderada por 186 torpedeiros-bombardeiros vulneráveis, aproveitando os primeiros momentos de surpresa atacando os navios no porto enquanto bombardeiros-de-mergulho atacavam as bases aéreas ao longo de Oahu, começando pelo campo aéreo Hickam, o maior, e o campo aéreo Wheeler, a principal base de caças. A segunda vaga de 168 aviões atacou o campo Bellows e a ilha Ford, uma base aérea naval e marinha no meio de Pearl Harbor. A única força de oposição veio de alguns P-36s e P-40s e de fogo antiaéreo naval.
Perdas da Marinha Imperial Japonesa
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| Avião japonês abatido |
Dos 441 aviões das duas vagas, 29 (nove na primeira vaga e outros 20 na segunda vaga) foram abatidos durante a batalha, e outros 74 aviões foram danificados por fogo antiaéreo. Mais de 20 que aterraram em segurança nos seus porta-aviões encontravam-se irreparáveis.
Dos aviões que não retornaram, 15 eram bombardeiros de mergulho ou de nível, 5 aviões torpedeiros e 9 caças de escolta.
Dos cinco mini-submarinos que participaram da operação, 4 foram destruídos, e o quinto encalhou num recife, sendo seu capitão capturado. Nenhum logrou causar quaisquer danos ao inimigo. Um submarino convencional da classe "I" também acabou destruído.
Perdas das Forças Armadas dos EUA
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| Encouraçado Arizona |
Os relatórios oficiais norte
americano enumeram os seguintes danos sofridos:
- O encouraçado Arizona explodiu, levando mais de 1000 vidas
- O encouraçado Oklahoma emborcou, deixando apenas pequena parte do casco acima da linha de água
- O encouraçado California afundou, ficando parte das suas bateriais principais acima da linha de água
- O encouraçado Nevada encalhou, sofrendo danos severos
- O encouraçado West Virginia afundou
- O encouraçado Maryland sofreu danos moderados, sem necessidade de reparos em doca seca
- O encouraçado Tennessee sofreu danos moderados, exceto na ponte de comando, onde os danos foram severos
- O encouraçado Pennsylvania, atingido nas docas secas, sofreu danos sérios, porém não de natureza vital
- O encouraçado Utah, usado como navio alvo, emborcou
- Os cruzadores Leves Releigh, Helena e Honolulu foram danificados moderadamente
- Os contratorpedeiros Cassin, Downess e Shaw foram seriamente danificados
- O navio de reparos Vestal foi intencionalmente encalhado para prevenir afundamento
- O porta-hidroaviões Curtiss foi severamente danificado por choque com um avião e por uma bomba de 500 kg
- O lança-minas Oglala emborcou.
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Embarcações ainda explodindo
após o ataque |
O exército e a marinha dos EUA tiveram 188 aviões destruídos e 159 severamente danificados. Morreram 2403 americanos, e outros 1178 foram feridos.
Os aviadores japoneses concentrara-se nos navios de superfície, poupando outros alvos de grande interesse. Nenhum dos nove submarinos que estavam fora dos bunkers foi alvejado. As oficinas de reparo não foram atingidas, permitindo que a recuperação de diversos navios danificados iniciasse imediatamente. O parque de tanques de combustível tampouco sofreu danos relevantes. Se fosse destruído, tornaria a base inoperante por um longo período.
Decisão de Nagumo de retirar após as duas vagas
Base de submarinos de Pearl Harbor, junto aos depósitos de combustível, 13 de Outubro de 1941.
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| Comandante: Chuichi Nagumo |
Alguns oficiais e líderes de vôo tentaram convencer Nagumo a atacar com uma terceira vaga para destruir os depósitos de combustível, fábricas e docas secas em Pearl Harbor. A destruição destas instalações aumentaria as dificuldades da marinha dos EUA, pois as instalações utilizáveis mais próximas encontravam-se a milhares de quilómetros do Havai, na costa dos Estados Unidos. Vários historiadores sugerem que a perda destas instalações seria mais pesada que a perda de todos navios de guerra durante as duas primeiras vagas. Nagumo decidiu cancelar a terceira vaga a favor de uma retirada, por vários motivos:
A performance das defesas antiaéreas tinha melhorado muito na segunda vaga (20 aviões perdidos) em relação à primeira (9 aviões perdidos), e dois terços das perdas japonesas aconteceram durante a segunda vaga, devido em parte aos norte-americanos já estarem alertados. Uma terceira vaga teria sofrido perdas ainda maiores.
As duas primeiras vagas tinham utilizado essencialmente todos os aviões preparados posteriormente ao ataque, e uma terceira vaga teria levado tempo a ser preparada, dando provavelmente tempo às forças estado-unidenses para encontrar e atacar a frota de Nagumo. A localização dos porta-aviões estado-unidenses em exercício antes do ataque continuava desconhecida para Nagumo.
Os pilotos japoneses não tinham treinado para o ataque às bases navais de Pearl Harbor e organizar tal treino demoraria ainda mais tempo.
O combustível disponível não permitia que a força japonesa ficasse mais tempo a norte de Pearl Harbor.
A hora da possível terceira vaga seria tão tarde que obrigaria os aviões a voltarem aos seus porta-aviões após o anoitecer. As operações aéreas noturnas ainda eram muito recentes em 1941, e nenhuma força mundial tinha ainda desenvolvido técnicas eficazes.
A segunda vaga tinha completado essencialmente a missão inteira: neutralizar a frota americana no Pacífico.
Os porta-aviões eram necessários para servirem de suporte para o ataque principal japonês contra as Filipinas, as Índias, Malásia e Birmânia, no qual o objectivo era capturar combustível e outros recursos. Nagumo tinha ordens directas para não arriscar o seu comando mais do que o necessário. As previsões posteriores ao ataque indicavam que, provavelmente, a força japonesa sofreria a perda de dois a quatro porta-aviões durante o ataque, e Nagumo estava bastante contente por não ter sofrido grandes baixas e não queria abusar da sua sorte.
Ataques posteriores
Mais tarde durante a guerra vários outros ataques numa escala menor foram efectuados contra Pearl Harbor. A Março de 1942 na Operação K-1, em preparação para a invasão de Midway, dois hidroaviões japoneses Kawanishi H8K, baseados em Wotje nas Ilhas Marshall, descolaram para efetuar reconhecimento aéreo para ver como estavam as reparações a serem levadas a cabo em Pearl Harbor, e para bombardearem a importante doca de reparações Ten-ten. Por causa da distância, necessitou de reabastecimento durante a viagem, sendo este efetuado através de submarinos a 800 km do nordeste de Pearl Harbor. A fraca visibilidade durante a missão fez com que as bombas fossem largadas a alguns quilómetros do seu alvo.
Apenas algumas horas após o início do ataque a Pearl Harbor (dia seguinte, 8 de Dezembro de 1941, na linha internacional de data), tropas japonesas começaram a atacar os territórios de Hong Kong, seguido de alguns ataques às Filipinas, Wake Island, Malásia, e Tailândia e o afundamento do HMS Prince of Wales e Repulse.
Franklin Delano Roosevelt a assinar a declaração de guerra no dia seguinte ao ataque.
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| A notícia chega nos jornais americanos |
A 8 de Dezembro de 1941, o Congresso dos Estados Unidos declarou guerra ao Japão com um único voto contra, a da deputada Jeannette Rankin, que também havia votado contra a entrada dos EUA na I Guerra Mundial. O Presidente Roosevelt assinou a declaração de guerra, apenas alguns minutos depois. O governo dos EUA continuou e aumentou a intensidade da mobilização militar e iniciou uma economia de guerra no país.
Como resposta, Franklin Roosevelt ordenou um ataque a Tóquio, coração do Japão, considerado praticamente impossível, originando assim o ataque Doolittle lançado a 18 de Abril de 1942.
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Presidente Roosevelt assinando a
declaração de guerra |
A Alemanha Nazista declarou guerra aos Estados Unidos a 11 de Dezembro, quatro dias após o ataque japonês. Hitler não era obrigado a fazer tal declaração pelos termos do Pacto Tripartite. A declaração de guerra escandalizou o público norte-americano e permitiu aos Estados Unidos entrarem diretamente no teatro de guerra do Pacífico e aumentar o seu apoio ao Reino Unido, que já tinha pedido há muito tempo um apoio total por parte dos EUA.
Em termos de objetivos, o ataque a Pearl Harbor foi um tremendo sucesso tático. Até mesmo o ataque surpresa dos porta-aviões britânicos à base naval italiana de Taranto, em 1940, não foi tão devastante em termos de danos causados, embora tenha sido um sucesso ao neutralizar a Marinha Italiana. Devido à suas graves perdas em Pearl Harbor e a invasão subsequente das Filipinas, a Marinha dos EUA ficou impossibilitada, nos seis meses seguintes ao ataque, de ter qualquer papel significativo no teatro de guerra do Pacífico. Com a frota
americana fora de combate, o Japão podia, temporariamente, e sem preocupações, conquistar o Pacífico e expandir-se para o sudoeste Asiático, o sudoeste do Pacífico e até ao Oceano Índico. Embora o ataque a Pearl Harbor tenha sido o ataque mais notável em solo norte-americano durante a Segunda Guerra Mundial, houve mais ataques.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_a_Pearl_Harbor
Imagens: Google image